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11 de abril de 2017
SC, Itajaí, Enchentes 208 - QG em casa

Um QG em casa para gestão da crise

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16 de março de 2017
Tragédias Socioclimáticas Voltam Quando As Esquecemos

Você está preparado para ser voluntário ou vítima na próxima enchente?

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22 de fevereiro de 2017
O Primeiro Capítulo

O primeiro capítulo

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31 de janeiro de 2017
Tempestade

Desastre : a morte estava a caminho, num cavalo terrível

17 de janeiro de 2017
Mind Map I

Mind Map

13 de janeiro de 2017
Mundo Jovem : Poesia Prova dos Nove da Criação

Prova dos Nove da Criação

22 de dezembro de 2016
Colombia : Plan de Respuesta Humanitaria 2016

Muito obrigado, Colômbia!

4 de dezembro de 2016
Uma rede social contra as enchentes de sc

Uma rede social contra as enchentes de sc

28 de novembro de 2016
Torahiko Terada : Capa Livro

“Desastres naturais voltam quando os esquecemos”

26 de outubro de 2009
Enchente Itajaí - Foto de Ariel Silva

Fragilidade nas ações efetivas

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  • Marcio Xavier
    “Eu estava em uma reunião com amigos na cidade de Brusque, distante 36 quilômetros de Itajaí. Chovia muito naquele início de noite, assim como havia acontecido nas últimas semanas. Em dado momento da reunião começou uma movimentação estranha entre os presentes. Celulares tocando e todos começaram a ficar agitados. Foi então que um deles veio me avisar que teríamos que encerrar a reunião pois havia relato de vários pontos de alagamento na cidade e que a água estava subindo rapidamente. Reunião encerrada, retorno para Itajaí pela Rodovia Antonio Heil com a sensação de quem está fugindo de uma avalanche. Nas margens da rodovia se podia verificar que o Rio Itajaí-Mirim já estava correndo fora da sua calha normal e mesmo em meio a tempestade era possível ver em determinados pontos as duas marginais da rodovia alagadas. Quando cheguei no Bairro Itaipava, já em Itajaí, fiquei surpreso ao ver as casas ao lado da empresa Frigovalle, onde moravam o prefeito recém eleito, Jandir Belline e seus familiares, com água na altura das janelas. Nesse momento liguei para meu amigo e apresentador de um telejornal na TV Brasil Esperança, Denísio Dolásio Baixo, para saber se ele tinha notícias do que estava acontecendo, mas ele não tinha ainda nenhuma informação a respeito. Relatei então para ele tudo o que eu havia testemunhado até ali e o mesmo me disse que estaria se dirigindo para a sede da TV e buscaria mais detalhes com as autoridades da cidade. Itajaí tinha acabado de passar pelo pleito municipal, o prefeito que estava no comando tinha acabado de perder as eleições. Esse fato, fim de mandato do governo do Prefeito Volnei Morastoni (PT) foi determinante para tumultuar ainda mais as primeiras ações de socorro às vítimas. Chegando em casa, liguei a TV e lá estava meu amigo Denísio entrevistando o Coordenador da Defesa Civil, Sr. Sérgio Burgonovo. Qual não foi o meu espanto quando ouvi ele dizer na entrevista que ninguém precisava se preocupar, porque eram pequenos casos de alagamentos em pontos isolados. Liguei para o telefone do Denísio no mesmo momento e no ar pedi para ele mandar o Sérgio ir para as ruas e organizar a defesa civil porque ele não sabia do que estava falando e nem o que estava para acontecer na cidade.
    Marcio Xavier
    Big Business Intermediações Imobiliárias
  • Almeri Cezino

    Já chovia uns 3 dias na região. Lembro que um dia anterior a grande enchente, tinha ido fazer uma matéria sobre a apresentação de uma peça de teatro feita por idosos no Teatro Municipal de Itajaí. Chovia sem parar à noite.

    No outro dia a cidade já estava alagada. Fui convocado a ir para a Rádio Univali onde tive um "cursinho" rápido para aprender a mexer nos equipamentos e entrar no ar. Quem faz isso geralmente é a técnica, mas o pessoal também estava ilhado. Entrei no ar e colocamos o telefone à disposição. Funcionamos como uma ponte entre pessoas que precisavam de ajuda e as autoridades. Foram muitos telefonemas. O rádio tem essa facilidade de ser ouvido em qualquer lugar. Um dos telefonemas que atendi no ar era de um motorista de um ônibus de excursão de alunos de uma escola do Rio Grande do Sul que tinham ido passar o dia em um parque aquático em Gaspar, cidade entre Itajaí e Blumenau. Eles ficaram ilhados na estrada e pediam socorro. Já não tinham mais água, nem alimentos. Fizemos o apelo no ar e foram resgatados por um dono de uma fazenda próxima. Em meio a situação, o motorista que não lembro o nome, ligou para agradecer.

    No outro dia acompanhei como produtor a equipe do Fantástico que queria passar a noite em um abrigo. Os direcionei para a região do Morro do Baú. Havia ido durante à tarde ao local para fazer uma reportagem para a TV Educativa do Paraná, onde fazia trabalhos Freelance.

    A situação era arrasadora. O pessoal tinha ido para um abrigo, um pouco mais afastado, mas teve que sair porque o morro perto havia desmoronado. Só havia um casal, que insistia em ficar por ali. Depois foram para o salão paroquial de outra igreja no Médio Baú, mas também tiveram que sair por questões de outro desmoronamento. Acabaram encontrando um local mais seguro no salão paroquial da igreja de Baú de Baixo que fica próximo a BR 470.

    Passamos a noite ali, ouvindo as histórias e eram muitas, tristes, doloridas. Gente que tinha perdido toda a família. A situação era devastadora. Lembro que conversei com um senhor já idoso e o direcionei à repórter e apresentadora do Fantástico à época Patrícia Poeta. O depoimento causou comoção à jornalista. Ele relatou que o que sentiria mais falta era do neto que todos os dias passava pela frente da casa dele e acenava . O neto e mais pessoas da família haviam sido soterrados.

    No abrigo, havia um mutirão, de gente que tinha perdido tudo mas, disposta a ajudar, uma ajuda mútua, da manutenção pela vida, apesar de estarem chorando seus mortos, as maiores perdas daquela tragédia. Quando o dia clareou e a medida que fomos avançando pela localidade, pudemos perceber a dimensão da tragédia. Eram casas e carros soterrados. Em uma das casas que entramos, a mesa do jantar ainda está posta, a roupa estava no varal, sinal que a família teve que sair as pressas para se salvar. Encontramos depois o dono da casa. Era um senhor de meia idade que trabalhava com madeira. Havia perdido tudo, mas a família estava bem fisicamente. Não consegui conter o choro diante das câmeras.

    Em 2013 voltei a região do do Baú para mostrar a situação do parque idealizado pelo Padre Raulino Reitz. Era um importante centro de pesquisa botânico que foi engolido pela tragédia de 2008. Tudo estava abandonado. Passei pelos locais que percorri em 2008. Aos poucos as pessoas foram dando um direcionamento à vida, se recuperando, mas sempre vão ter essa história para contar, vivendo também das lembranças e da saudade de quem partiu no meio de uma das maiores tragédias de Santa Catarina.

    Almeri Cezino
    Jornalista
  • Daiana Rauber

    Naquela noite, estava toda família em casa, estávamos desacreditados de qualquer possibilidade de enchente.

    Minha irmã, que trabalhava em Balneário Camboriú, não havia conseguido pegar o ônibus, mas como as ruas já tinham “enchido” antes, não parecia ser nada demais.

    Mas, ficamos preocupados quando meu tio, morador de Brusque, veio até nossa casa em busca de abrigo.

    Começamos a acompanhar algumas coisas pela internet, rádio e TV. A água começava a entrar pelo portão, e aqueles foram os últimos minutos possíveis para tirar os carros da garagem.

    O que mais me impressionou, foi ver que as pessoas não sabiam o que fazer e, quando percebi, vários vizinhos e pessoas que eu nem conhecia estavam dentro da minha casa, levantando nossos móveis, eletrodomésticos... foi a cena de solidariedade mais marcante.

    Marcante também, foram nossos dois cachorros, quietinhos, com medo e meu cunhado com a água até a cintura, carregou o Toco, vira lata e o Yuri um chow-chow enorme, até um local seco e levá-los conosco.

    Foi marcante também, ver da sacada os vários carros do exército, passando como se fossem para uma guerra e, o cenário de guerra que ficou na cidade quando a água baixou.

    Daiana Rauber
    Psicóloga
11 de abril de 2017
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