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Crianças filmadas fazendo sexo foi pra internet

Quem filmou uma menina de 11 anos e um jovem de 14 anos fazendo sexo em uma casa de Ibirubá no Rio Grande do Sul. O ato foi gravado e constatado no dia 18 deste mês que as imagens estavam na internet. Vi a reportagem no Domingo Espetacular da Record e fiquei assustado. Assustado, não pelo sexo, mas sim pela situação de uma criança e um adolescente que sabiam o que faziam e se deixavam filmar. Pelo que apurei agora a noite em vários noticiários da região é de que mesmo sendo feitas dentro da casa, não havia adultos nas filmagens, então quem as colocou na internet. Se não foi por adultos os pais são responsáveis. Ibirubá, cidade a noroeste do Rio Grande do Sul, 298 Km distante de Porto Alegre, próxima à Cruz Alta com 18.690 habitantes. Cada vez mais estamos vendo a internet servir para esse tipo de situação em cidades do interior.

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Comentário de claudia em 24 março 2009 às 8:25
o mundo esta perdido nossas crianças estão perdida o que sera que ta acontecendo com a sociedade ,sera que é falta de dialogo ,só tenho a lamentar a situação.
Comentário de Graciliano Rodrigues em 23 março 2009 às 22:30
Esses atos e fatos acontecem e ficam assim? Questionamos, mostramos e daí?...
Comentário de Graciliano Rodrigues em 23 março 2009 às 22:17
Lamentavelmente esse vídeo com tais situações não é o primeiro e nem será o último postado.
Em 16 de novembro de 2008, uma garota de 15 anos se deixou filmar fazendo sexo por cinco rapazes.

Durante um churrasco, uma garota de 15 anos de Sertãozinho no interior de São Paulo, se embriagou e se deixou filmar por um celular fazendo sexo com cinco rapazes – todos maiores de idade.

“Foi apenas uma farra”, diria mais tarde a garota.

O que a adolescente não esperava é que as imagens de 16 minutos de sua ‘farra’ fossem postadas no Youtube.

Agora, ela ficou famosa em Sertãozinho, a "Califórnia Brasileira", cidade de 101 mil habitantes que fica a 553 km de São Paulo disseram alguns.

Uma colega dela de escola disse a um jornal da região, A Cidade, que “todos falam deste vídeo. Mulher, homem, novo, velho. Todo mundo quer ver porque são todos conhecidos na cidade”.

O vídeo foi retirado do Youtube, mas é fácil encontrar na cidade alguém que tenha uma cópia. Aliás, o vídeo antes se espalhou por celulares e só depois é que foi colocado na internet.

As imagens são nítidas: sem camisinha, os rapazes, um a um, se revezam na garota, enquanto ela faz sexo oral em um deles. Ninguém está constrangido com a filmagem. Um dos jovens coloca a cueca na cabeça e finge tocar guitarra. Todos riem e chacoalham o pênis para a câmera.

Na cidade, a garota está sendo chamada de “vadia” e por outros nomes. Em seu profile no Orkut, ela se lamenta: “Se arrependimento matasse...”

Os rapazes é que, aparentemente, não estão nem um pouco arrependidos ou preocupados com a repercussão da filmagem. Um amigo deles falou que “eles acham que logo o povo vai esquecer e ninguém mais falará sobre isso”.

A própria garota estaria contando com isso e continua indo à escola, sem se importar com olhares e risinhos. O jornal não conseguiu entrar em contato com a mãe dela.

Braz Carmona, conselheiro tutelar, ouviu a menina. “Ela disse que não foi estuprada e que teve relações sexuais com os rapazes porque quis”, disse Carmona, que também colheu depoimento dos rapazes.

O conselheiro encaminhou o caso para o Ministério Público, que decidirá se vai arquivá-lo em encaminhá-lo à Justiça.

Os rapazes poderão receber pena de 1 a 4 anos de prisão por ter corrompido uma menor de idade. “O que eles fizeram não podia ter acontecido”, disse o conselheiro. “O consentimento da adolescente não os exime de responsabilidade diante da Justiça, não inocenta.”

Dos cinco rapazes, quatro namoram. Eles tiveram de se explicar, reforçar que tudo foi uma brincadeira etc. Até agora, nenhum deles foi deixado pela namorada.

Jovens estupram garota bêbada e colocam vídeo no Youtube. (novembro de 2008)
Comentário de Graciliano Rodrigues em 23 março 2009 às 21:48
Algumas das publicações sobre o assunto:
Caiu na internet um vídeo com cenas de sexo explícito envolvendo três adolescentes e uma criança do pequeno município de Ibirubá.
As cenas foram gravadas num quarto onde revela um ato sexual entre uma menina de 11 e um garoto de 14 anos. Além do casal, havia um garoto de 13 anos que filmou tudo e um de 14 anos, que deve ser o filho do dono da casa.
Foi criada uma comunidade no Orkut com o título “Alan - Kid Alfinete” com cerca de 500 membros, na qual é uma referência ao garoto de 14 anos que transou com a menina de 11 anos. Nesta comunidade você encontra o perfil de Alan, o garoto que transou com a menina de 11 anos, o perfil da própria menina e, ainda, uma comunidade em “homenagem” ao garoto (Goi Nicolodi) que filmou esse abuso sexual.
O vídeo foi publicado na internet por algum dos garotos e a partir daí replicado em muitos sites (principalmente em servidores internacionais, como o 4shared), com vários nomes diferentes. Há relatos que o vídeo foi publicado com o nome inicialmente como “Alan_e_Kenya-_ibirub_“, depois já foi visto com outro nome, “Carnaval Chapecó.wmv” e, ainda, encontra-se no orkut que o nome do vídeo também está sendo replicado como “Alan_KID_ALFINETE“. Kid Alfinete é um apelido criado na internet a partir do relato de quem viu o vídeo e achou o pênis do garoto bem menor do que a média brasileira.
Por se tratar de um abuso sexual com uma menina de 11 anos e, ainda, de pedofilia, este blog não publicará nenhum link para o vídeo. Lembrem-se: pedofilia é crime!
Retirado de Leriado.net

Vídeo na internet abala Ibirubá
Cenas de sexo entre menina e adolescente circulam em sitesUm vídeo envolvendo uma criança e três adolescentes, divulgado pela internet, abalou Ibirubá, município de 18,6 mil habitantes, na região do Alto do Jacuí.

Registradas em um quarto, as cenas revelam momentos íntimos de uma menina de 11 anos e um garoto de 14 anos. Com eles, haveria pelo menos outros dois garotos: um de 13 anos, autor das imagens, e um de 14 anos, provavelmente filho do dono do imóvel. Integrantes de famílias de classe média baixa, eles nunca passaram no conselho tutelar local. Ontem pela manhã, humilhada com a repercussão, a família da criança deixou a cidade.

Fundada por agricultores de ascendência germânica, em 1954, Ibirubá é um típico município colonial. Pelas ruas limpas e organizadas, circulam moradores que se conhecem e se cumprimentam pelo nome. É justamente por isto que o vídeo divulgado na semana passada pela internet abalou tanto a rotina dos moradores.

Tudo começou com o encontro de uma criança e três adolescentes, na casa de um deles, provavelmente numa tarde de fevereiro. Enquanto dois garotos brincavam jogando videogame, a garota e um dos adolescentes foram para um quarto, onde foi feito o vídeo.

As imagens começaram a ser filmadas em um celular, que chegou a armazenar 12 minutos de cenas em sua memória. O vídeo foi enviado para outras pessoas, que repassaram a outros usuários, que reenviaram para mais outros, até tornar-se público na cidade. Mas o pior estava por vir: alguém resolveu postar o vídeo na internet.

Desde quarta-feira, quando o caso chegou ao conhecimento da delegacia da Polícia Civil, a vida dos três garotos, da menina e de suas famílias tornou-se quase insuportável, a ponto de uma delas deixar Ibirubá.

– Não dá para sair na rua que todo mundo fica apontando, cochichando ou rindo. A guria só chora dentro de casa. Começamos a receber bilhetes em baixo da porta com frases. É muita pressão. Nossa vida virou um inferno – conta o padrasto da menina, enquanto organizava os pertences em uma caçamba cedida pela prefeitura.

Sem saber como irá sustentar a família, o homem que obrigou-se a abandonar a cidade desabafa:

– Para que divulgar um vídeo de crianças? Fico impressionado com a maldade humana.

Igualmente constrangidos, pai, mãe e irmão do garoto de 14 anos que protagoniza as cenas com a garota chegaram a pensar em deixar a cidade. A família decidiu continuar em Ibirubá.

– As pessoas olham e te apontam. É muita vergonha. Mas será que vale a pena sair da cidade? Acho que não. Confio no meu filho, que é um piá carinhoso e de bom coração. Isso vai passar – fala a mãe do adolescente, incapaz de segurar lágrimas que escorrem pelo seu rosto.

“Inconsequência de crianças transformou-se em tragédia”

Para integrantes do conselho tutelar, a inconsequência transformou-se numa “tragédia”

– Eles não tinham noção do quanto iria repercutir – define uma conselheira tutelar, que, também pede para não ter o nome divulgado.

A história tornou-se pública na cidade na semana passada, quando uma rádio local abordou o assunto.

– Pelo que apuramos, não havia adultos no momento das filmagens. Mas queremos saber como e por que o vídeo foi divulgado. Se foi divulgado pelos adolescentes, eles serão responsabilizados pelo ato infracional – diz a delegada da Polícia Civil de Ibirubá, Diná Rosa Aroldi, que ouviu cerca de 10 pessoas.

Conforme a delegada, as imagens foram divulgadas por dois sites: um deles já teria retirado o vídeo, mas outro, cujo provedor é desconhecido, ainda estaria mantendo as cenas no ar.

carlos.etchichury@zerohora.com.br
Comentário de cléo em 23 março 2009 às 19:15
o pior disso tudo é o machismo de uma cidade toda, em culpar e condenar apenas a menina, pra mim o pior foi o garoto de 16 anos e não de 14,pq ele é mais velho e mais safado, e ficou como o garanhão macho e viril da cidade, e a menina foi expulsa, excomungada da cidade e do lar. que pais machista.
Comentário de Raciel Gonçalves Junior em 23 março 2009 às 15:34
Pessoal,

Nesse questão me limito a dividir com vocês algumas reflexões que estão fazendo a minha cabeça...

"Recolhimento à esfera privada, triunfo dos valores individualistas: de acordo com a opinião comum, essa é a maldição dos homens modernos que renunciam à política para se dedicar ao culto da intimidade. 'E se fosse o inverso?', pergunta Luc Ferry (no livro Família, Amo Vocês : Política e vida privada na época da globalização. Rio de Janeiro : Objetiva, 2008).

E se o declínio da vida pública marcasse, ao contrário, um progresso - e obrigasse os políticos a se colocar a serviço das únicas paixões contemporâneas que valem a pena, as da família e as ligações afetivas?

A política não pode mais se calcar no arcaísmo esquerdizante, no pragmatismo ou na mera vontade; ela deveria se colocar a serviço da vida privada, que constitui a última transcendência de um mundo sem Deus.

Neste texto polêmico e inovador, Ferry tenta pensar o caos moderno sem o amparo do conceito, oferecendo suas próprias ferramentas teóricas tanto para o homem de ação como para o cidadão comum." (Texto de Pascal Bruckner, na orelha do Livro Famílias, Amo Vocês).

Lembro que o trabalho pelo fortalecimento das políticas públicas de atendimento à Família, Jovens, Adolescentes e Crianças está só começando. A Conferência Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente que deverá ser realizada por todos os municípios (sob coordenação dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente - os CMDCAs) até 30 de junho, definiu os seguintes cinco (5) eixos para nortear os debates:

1. Promoção e universalização de direitos em um contexto de desigualdades; 2. Proteção e defesa no enfrentamento das violações de direitos humanos de crianças e adolescentes; 3. Fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos; 4. Participação de crianças e adolescentes em espaços de construção da cidadania; 5. Gestão da política.

Trata-se de um espaço democrático para reciclarmos nossos conhecimentos e para nos juntarmos a Rede Pró Infância e Adolescência que a cada dia ganha mais voluntários e atores.

E.T.: Para trabalhar pelo fortalecimento das Políticas Públicas de Atendimento às Famílias, Jovens, Crianças e Adolescentes, com ênfase na Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, criamos a Rede PIÁ em www.redepia.ning.com e o Portal do Instituto Areté em www.institutoarete.org.

Contamos com a sua visita, adesão e participação.

[]'s,

O Capitão
...
Comentário de GUIDO REZENDE em 23 março 2009 às 8:22
Estamos passando por um momento muito delicado, as familias precisam rever seus valores e seus limites para com seus filhlos.
Comentário de Eduardo Ferreira em 22 março 2009 às 23:39
Nossas crianças estão perdendo a inocencia! É muito triste a situação.

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